
Caros Alunos da Classe de Adolescentes,
Em nossos últimos encontros, estudamos a relação entre salvação e santidade (releia aqui os tópicos da aula), onde pudemos responder a questionamentos como 'o que é salvação', 'por que precisamos ser salvos', 'quem nos salva', e concluir que a salvação é um processo contínuo que está incompleto no momento, e que o plano de Deus para o resto de nossas vidas é a nossa Santificação.
Na aula do próximo dia 05 de abril, nosso tema ainda será 'Salvação', como o nosso ponto de partida, o ponto inicial da Santidade, e por quais razões devemos valorizá-la!
A pergunta que fazemos é a seguinte: 'Que reações o conhecimento do plano divino de salvação deve produzir em nós?'
E mais: estaria a nossa jornada em busca da santidade prejudicada na ausência dessas reações?
Respondamos a segunda questão. Sim, cremos que salvação nos dá uma nova perspectiva de vida e a Palavra de Deus, pelo seu Espírito, nos ensina a viver sob novos fundamentos de uma vida santa. Portanto, a falta desses fundamentos, prejudicará nossa jornada pela santidade.
Quanto à primeira questão, os fundamentos de uma vida santa, que nos é dada pelo plano de salvação, são:
1) A Adoração pela sua grandeza de Deus;
2) A gratidão pela graça
3) o zelo em exaltar Jesus como "meu Senhor e amigo"
4) a busca sincera de Deus e da pureza de acordo com o desejo natural do coração regenerado.
Verifiquemos cada uma delas.
1) Adoração diante da Grandeza de Deus
O plano de salvação, que nos mostra como nosso Criador tornou-se nosso Redentor, apresenta também a Majestade de Deus, em sua plena Glória, sabedoria e poder. Um Deus infinitamente grande, que sabia desde a eternidade, qual seria a triste realidade da queda da raça humana, e que antes mesmo de sua criação, já tinha desenvolvido a maneira pela qual salvaria não somente a nós, mas cada um dos bilhões a quem resolveu trazer à salvação.
O Deus trino do plano da Salvação é grande - transcedente, imutável em sua onipotência, onisciência e onipresença. É eternamente fiel, verdadeiro, justo, sábio, austero e bondoso - e deve ser louvado e adorado como tal.
A Bíblia está repleta de passagens que exigem e repetem os louvores que os remidos devem a Deus: Ex 15.1,2,11,18; Sl 47.2; Sl 48.1; Sl 99.1-5; Sl 135.1,3,5,6,13,19; Sl 147.1,5,12,20; Jr 10.6,7; Lc 1.46,47,49; Rm 11.33,36; 1Tm 1.17; Jd 25; Ap 5.12,13; Ap 15.3,4)
A verdadeira vida de santidade está enraizada no solo da reverência na adoração.
Se faltar o louvor, nenhuma combinação de zelo, paixão, abnegação, disciplina, ortodoxia e esforço acrescenta-se à santidade.
2) Gratidão pela Misericódia de Deus
Os dons e bênçãos divinas, que nos são concedidos nas boas experiências da vida natural e pela maravilhosa misericórdia da salvação sobrenatural, são ricos e abundantes, e muito maiores do que os sonhados por qualquer outra fé.
Por isso nossas ações de graça não devem ser formalidades vazias, mas expressões genuínas de gratidão do coração por tudo que Deus tem nos dado.
Os textos a seguir nos ensinam isso: Jo 3.16, Rm 5.8, 1 Jo 4.8-10, Rm 8.32.
A maneira de medir todo e qualquer amor é a sua capacidade de doar-se. A medida do amor de Deus é a cruz de Cristo, onde o Pai entregou seu Filho para morrer, para os espiritualmente mortos pudessem ter vida.
Sendo assim, nosso motivação para ser santo não aquela que o mundo secular pensa ser. Os incrédulos pensam que o cristão atua em defesa de seus próprios interesses; vêem os cristãos como pessoas que temem as conseqüências de não ser cristão; ou que sentem a necessidade de ajuda para alcançar seus objetivos ou meio para alcançar respeitabilidade. Visto dessa forma, a religião seria uma espécie de "seguro contra incêndio", ou uma "muleta" ou um meio de "ascensão social".
No entanto, o plano da salvação não apenas me ensina que nada posso fazer para ganhar , aumentar ou estender o favor de Deus, ou evitar a fúria de sua ira, ou arrancar-lhe benefícios, mas também que nunca preciso tentar fazer qualquer uma dessas coisas. O próprio Deus me amou desde a eternidade.
E por causa desse amor, rico em misericórdia e graça, é que temos motivos para mostrarmo-nos verdadeiramente agradecidos por meio da integridade do nosso compromisso com Deus daqui para frente. É o que está em Rm 9.15-18 e 11.30-32.
Essa integridade é a sua santidade, que significa entregar-se totalmente a Deus como Ele se deu, está se dando e se dará por completo para você.
É importante observar que assim como o louvor a Deus por sua grandeza é a base doxológica da santidade ("doxologia" significa glorificação), o compromisso de passar a vida expressando gratidão pela graça de Deus, de todas as maneiras possíveis, é a sua base devocional.
O sacrifício santo que agrada a Deus é o cristão cujo coração nunca cessa de agradecer-lhe por sua graça. Deus se agrada da pessoa cujo objetivo, dia após dia, é expressar sua gratidão por meio de uma vida dedicada a ele, por ele e para ele, e que pergunta como o salmista: "Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?" (Sl 116.12).
3) Zelo por Sua Glória
Devo aprender, com o plano de salvação, a ser zeloso pela Glória do meu Senhor.
A Bíblia deixa claro que o propósito do Pai é a exaltação do Filho, a quem conhecemos em sua forma humana como Jesus Cristo, nosso Senhor. O Filho de Deus, que é Deus Filho, foi e é o agente de todas as obras do Pai na criação, na providência e na graça.
Os textos a seguir nos ensinam a Centralidade e Supremacia de Cristo no plano da salvação: Fp 2.9-11; Cl 1.15-20; 1.28; 2.3; 2.9-10; 3.3-4; 3.9-11; 3.15-17.
Não há santidade sem um coração centrado em Cristo, que o busca, que o serve e que o adora. E o plano da salvação exige que coloquemos o nosso coração dentro desta moldura e o mantenhamos ali.
Como podemos fazer isto? É mais fácil falar do que fazer. Por isso uma dica importante é pensar sempre na Cruz. Para tanto, leia Isaias 53.
4) Vivendo naturalmente como um Filho de Deus
Em nossos últimos encontros, estudamos a relação entre salvação e santidade (releia aqui os tópicos da aula), onde pudemos responder a questionamentos como 'o que é salvação', 'por que precisamos ser salvos', 'quem nos salva', e concluir que a salvação é um processo contínuo que está incompleto no momento, e que o plano de Deus para o resto de nossas vidas é a nossa Santificação.
Na aula do próximo dia 05 de abril, nosso tema ainda será 'Salvação', como o nosso ponto de partida, o ponto inicial da Santidade, e por quais razões devemos valorizá-la!
A pergunta que fazemos é a seguinte: 'Que reações o conhecimento do plano divino de salvação deve produzir em nós?'
E mais: estaria a nossa jornada em busca da santidade prejudicada na ausência dessas reações?
Respondamos a segunda questão. Sim, cremos que salvação nos dá uma nova perspectiva de vida e a Palavra de Deus, pelo seu Espírito, nos ensina a viver sob novos fundamentos de uma vida santa. Portanto, a falta desses fundamentos, prejudicará nossa jornada pela santidade.
Quanto à primeira questão, os fundamentos de uma vida santa, que nos é dada pelo plano de salvação, são:
1) A Adoração pela sua grandeza de Deus;
2) A gratidão pela graça
3) o zelo em exaltar Jesus como "meu Senhor e amigo"
4) a busca sincera de Deus e da pureza de acordo com o desejo natural do coração regenerado.
Verifiquemos cada uma delas.
1) Adoração diante da Grandeza de Deus
O plano de salvação, que nos mostra como nosso Criador tornou-se nosso Redentor, apresenta também a Majestade de Deus, em sua plena Glória, sabedoria e poder. Um Deus infinitamente grande, que sabia desde a eternidade, qual seria a triste realidade da queda da raça humana, e que antes mesmo de sua criação, já tinha desenvolvido a maneira pela qual salvaria não somente a nós, mas cada um dos bilhões a quem resolveu trazer à salvação.
O Deus trino do plano da Salvação é grande - transcedente, imutável em sua onipotência, onisciência e onipresença. É eternamente fiel, verdadeiro, justo, sábio, austero e bondoso - e deve ser louvado e adorado como tal.
A Bíblia está repleta de passagens que exigem e repetem os louvores que os remidos devem a Deus: Ex 15.1,2,11,18; Sl 47.2; Sl 48.1; Sl 99.1-5; Sl 135.1,3,5,6,13,19; Sl 147.1,5,12,20; Jr 10.6,7; Lc 1.46,47,49; Rm 11.33,36; 1Tm 1.17; Jd 25; Ap 5.12,13; Ap 15.3,4)
A verdadeira vida de santidade está enraizada no solo da reverência na adoração.
Se faltar o louvor, nenhuma combinação de zelo, paixão, abnegação, disciplina, ortodoxia e esforço acrescenta-se à santidade.
2) Gratidão pela Misericódia de Deus
Os dons e bênçãos divinas, que nos são concedidos nas boas experiências da vida natural e pela maravilhosa misericórdia da salvação sobrenatural, são ricos e abundantes, e muito maiores do que os sonhados por qualquer outra fé.
Por isso nossas ações de graça não devem ser formalidades vazias, mas expressões genuínas de gratidão do coração por tudo que Deus tem nos dado.
Os textos a seguir nos ensinam isso: Jo 3.16, Rm 5.8, 1 Jo 4.8-10, Rm 8.32.
A maneira de medir todo e qualquer amor é a sua capacidade de doar-se. A medida do amor de Deus é a cruz de Cristo, onde o Pai entregou seu Filho para morrer, para os espiritualmente mortos pudessem ter vida.
Sendo assim, nosso motivação para ser santo não aquela que o mundo secular pensa ser. Os incrédulos pensam que o cristão atua em defesa de seus próprios interesses; vêem os cristãos como pessoas que temem as conseqüências de não ser cristão; ou que sentem a necessidade de ajuda para alcançar seus objetivos ou meio para alcançar respeitabilidade. Visto dessa forma, a religião seria uma espécie de "seguro contra incêndio", ou uma "muleta" ou um meio de "ascensão social".
No entanto, o plano da salvação não apenas me ensina que nada posso fazer para ganhar , aumentar ou estender o favor de Deus, ou evitar a fúria de sua ira, ou arrancar-lhe benefícios, mas também que nunca preciso tentar fazer qualquer uma dessas coisas. O próprio Deus me amou desde a eternidade.
E por causa desse amor, rico em misericórdia e graça, é que temos motivos para mostrarmo-nos verdadeiramente agradecidos por meio da integridade do nosso compromisso com Deus daqui para frente. É o que está em Rm 9.15-18 e 11.30-32.
Essa integridade é a sua santidade, que significa entregar-se totalmente a Deus como Ele se deu, está se dando e se dará por completo para você.
É importante observar que assim como o louvor a Deus por sua grandeza é a base doxológica da santidade ("doxologia" significa glorificação), o compromisso de passar a vida expressando gratidão pela graça de Deus, de todas as maneiras possíveis, é a sua base devocional.
O sacrifício santo que agrada a Deus é o cristão cujo coração nunca cessa de agradecer-lhe por sua graça. Deus se agrada da pessoa cujo objetivo, dia após dia, é expressar sua gratidão por meio de uma vida dedicada a ele, por ele e para ele, e que pergunta como o salmista: "Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?" (Sl 116.12).
3) Zelo por Sua Glória
Devo aprender, com o plano de salvação, a ser zeloso pela Glória do meu Senhor.
A Bíblia deixa claro que o propósito do Pai é a exaltação do Filho, a quem conhecemos em sua forma humana como Jesus Cristo, nosso Senhor. O Filho de Deus, que é Deus Filho, foi e é o agente de todas as obras do Pai na criação, na providência e na graça.
Os textos a seguir nos ensinam a Centralidade e Supremacia de Cristo no plano da salvação: Fp 2.9-11; Cl 1.15-20; 1.28; 2.3; 2.9-10; 3.3-4; 3.9-11; 3.15-17.
Não há santidade sem um coração centrado em Cristo, que o busca, que o serve e que o adora. E o plano da salvação exige que coloquemos o nosso coração dentro desta moldura e o mantenhamos ali.
Como podemos fazer isto? É mais fácil falar do que fazer. Por isso uma dica importante é pensar sempre na Cruz. Para tanto, leia Isaias 53.
4) Vivendo naturalmente como um Filho de Deus
Por fim, sabemos que nascemos pecadores, dominados e controlados, desde o princípio, por motivos e desejos egoístas. Contudo, estar unido a Cristo no novo nascimento por meio da obra regeneradora do Espírito mudou tanto a nossa natureza que o desejo mais profundo do nosso coração é uma reprodução fraca , porém real, do desejo que dirigiu nosso Senhor Jesus, que foi o desejo de conhecer, confiar, amar, obedecer, servir, agradar, honrar, glorificar e alegrar seu Pai celestial.
Assim, o modo natural de vida dos cristãos é deixar este desejo determinar e controlar o que eles fazem, de modo que a concretização do ansio de buscar, conhecer e amar o Senhor se torne o principal objetivo de sua vida.
Ricardo de Abreu Barbosa
Professor Classe dos Adolescentes da IPSBC

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